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Bom Despacho (MG), 22 de setembro de 2017

Promotoria abre inquérito para apurar falhas da Copasa

O promotor Giovani Avelar: apurar responsabilidades
Publicado em 09/09/2017 08:44:04

ALEXANDRE BORGES - O Ministério Público (MP) abriu inquérito civil para “apurar eventual falha na prestação do serviço público de abastecimento de água diante da imposição de severo racionamento de água aos consumidores” de Bom Despacho. Em ofício enviado à gerência da Copasa, o promotor Giovani Avelar Vieira, da 2ª Promotoria de Justiça, requisita esclarecimentos sobre 16 questões relacionadas ao abastecimento da cidade.

“Os fatos indicam que a Copasa não fez investimentos nem programação para que não chegássemos a esta situação absolutamente crítica. Por isto o Ministério Público quer saber se houve falhas na prestação de serviços e apurar porque a concessionária não tomou medidas preventivas para evitar que se chegasse ao ponto atual. É preciso penalizar os responsáveis”, afirmou o promotor Giovani Avelar.

Na requisição enviada à Copasa, o Ministério Público quer saber, entre outras coisas, por que a empresa não adotou medidas preventivas quando os reservatórios tinham mais água, quais os investimentos feitos pela concessionária na captação de água em Bom Despacho nos últimos 10 anos e que providências têm sido adotadas pela empresa para regularizar o abastecimento.

A Copasa foi notificada na quarta-feira, 6/9, e tem 10 dias de prazo para prestar as informações requisitadas pelo MP.

Alexandre Borges é advogado, jornalista profissional e editor



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