iBOM | Juliano Azevedo, jovem jornalista de BD para o mundo



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Bom Despacho (MG), 19 de novembro de 2017

Juliano Azevedo, jovem jornalista de BD para o mundo

Foto: Divulgação / TV Alterosa
Publicado em 11/05/2017 13:47:24

TADEU ARAÚJO - Juliano Cardoso de Azevedo é filho de Júlio Cardoso de Azevedo e Maria Dalva de Azevedo. Nasceu em 08/01/80 em Bom Despacho. Fez seus estudos na pré-escola do Egídio de Abreu. Depois no Chiquinha Soares e o 2º grau, no Miguel Gontijo. Desde menino, acalentava o sonho de ser jornalista. Preparou-se par o vestibular nessa área no Colégio Pitágoras, aqui e em Belo Horizonte, sendo aprovado para cursar jornalismo na Newton Paiva da capital, em 1999, aonde se formou em 2013. Mercê do reconhecimento de sua capacidade, imediatamente foi contratado nessa mesma faculdade como assessor de imprensa. Entre 2006 e 2008, teve sua própria agência de comunicação e em 2008 foi convidado pela TV Alterosa para ser inicialmente redator de programas jornalísticos. Pelo reconhecimento de seu trabalho, foi promovido a editor e depois chefe de redação da emissora. Hoje, a par, de suas funções na Alterosa, exerce também o cargo de professor de Design Gráfico na faculdade do Inap em Belo Horizonte e faz mestrado de Estudos Culturais Contemporâneos na Fumec.

Carreira literária

Juliano Azevedo tem, em seu blogue, mais de 200 crônicas publicadas e colabora com seus artigos opinativos, sempre muito apreciados, para jornais e revistas de várias cidades.

No dia 21 de abril, Juliano entrou definitivamente para a Literatura com a publicação de dois livros, ao mesmo tempo, denominados “Pé de Abacate” e “Uniformes”. Essas obras tiveram um concorrido lançamento no Centro Cultural do Millenium, cuja diretora, professora Maria Vieira, abriu as portas da escola para abrigar um centro de cultura em Bom Despacho - para o qual fui convidado e do qual faço parte com orgulho. Ele tem a coordenação e orientação de Homero Couto, líder intelectual e artístico de várias áreas do saber e do conhecimento em nossa cidade, aonde ele vem divulgando e abrindo as portas para artistas, em suas diversas manifestações, inclusive através seu programa na Rádio Ativa. Maria Vieira e Homero resgatam assim uma área tradicionalmente pouco prestigiada em nosso meio político, popular e intelectual: a cultura em múltiplas faces como a pintura, escultura, literatura, a música, o teatro, o artesanato, sem distinção.

Juliano Azevedo, no lançamento de seus livros, fez uma interessante palestra, registrando visão saudosista de nosso passado e também fatos da atualidade. Com uma facilidade incrível de usar da palavra tanto escrita como oral, ele encantou o público presente com sua apresentação descontraída. A mestra de cerimônias do evento, Quênia, se saiu muito bem em sua função. Houve um curto pronunciamento da própria mãe do escritor, de Homero Couto e minha participação como representante da Academia Bom-Despachense de Letras.

No final Juliano autografou os livros adquiridos por grande número de pessoas presentes. Breve ele estará participando do lançamento de suas obras também em Belo Horizonte.

Opinião
(Texto de Regina Mota nas orelhas dos livros Pé de Abacate e Uniformes)
“Nas muitas andanças de Juliano, a construção de sentido se faz a cada florescer de um abacateiro. Mudança, transformação, construção. A vida é assim: pensamentos que rodopiam e criam asas que dão sentido às palavras. A cada página, a recordação é aflorada com a proteção dos santos, coma a fé na poesia e com amor à literatura.

Juliano é gentileza com as palavras que recebem afagos de vó: sabor de aconchego. Tudo é despachado com leveza. Pode abrir as páginas e ficar, pois temos sensacionais histórias, que nos unem aos segredos da memória: presente e passado na construção do desejo de ser palavra.

Ler Juliano é encontrar uma mistura de determinação e poesia. “Uniformes” e “Pé de Abacate,” resultado de um sonho que agora ganhou o mundo

Ao leitor ávido por boa prosa, aproveite!

De Bom Despacho para o mundo...”

 

Bom Despacho de Hoje
Uma proeza jornalística do Jornal de Negócios

Um dia antes de Belchior morrer, o Jornal de Negócios publicou, semana passada, uma homenagem a esse grande compositor e cantor. Uma homenagem traduzida na apresentação do livro do jovem escritor Éder Deivid: “Alguns (pré)textos nas canções de Belchior”, que analisa o papel desse ilustre cearense na música e nos versos engajados na luta social e democrática do povo brasileiro, contra a ditadura militar de 64. Chegamos a enviar para ele pessoalmente, via Internet, esta publicação. Não sabemos se ele a recebeu e curtiu, momentos antes de morrer.

O que sabemos é que em toda a imprensa e em toda a mídia nacional, esta foi a última homenagem prestada em vida a Belchior, na minha coluna, no Jornal de Negócios e com todo mérito de Éder, o jovem cronista estreante.

É ou não é um grande feito de um pequeno jornal do interior das Minas Gerais? Fizemos história. Junto com meus amigos de redação, eu me orgulho disso. 

Tadeu Araújo é professor e escritor



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